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PRESIDENTE DA ABRAPREV FAZ BALANÇO DO 1º SEMESTRE
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          Recém chegado de uma viagem ao interior do Rio Grande do Sul, o Presidente Fernando Toscano, fez uma longa análise do 1º semestre de 2010; falou da sua vida, do passado, do futuro, das perspectivas e detalhou muitas questões de interesse dos associados. Para distribuir adequadamente os assuntos e esclarecer a grande demanda de e-mails recebidos, muitos deles similares, optamos por seguir o formato "pergunta/resposta":

Fernando Toscano, Presidente da ABRAPREVQuais as maiores dificuldades em administrar uma associação como a ABRAPREV?
           "Comandar uma associação em crescimento, com destaque no meio empresarial, político e previdenciário, gera sempre muita inveja, o desgaste e a cobrança são imensos, mas eu me sinto bastante tranquilo porque sou um homem sofrido, vim da mesma escola da maioria dos nossos associados (Banco do Brasil), comandei negócios e empresas de diversos tipos e portes e isso me talhou para suportar esse tipo de pressão. O mais difícil nesse trabalho não é abrir caminhos, planejar nem comandar uma equipe; infelizmente os maiores problemas são oriundos de um pequeno grupo de descontentes, que têm pensamento diferente do nosso, mas que tiveram a oportunidade de fazer e não o fizeram na época certa e agora ficam jogando pedras num trabalho digno, limpo e transparente como o nosso de forma injusta e desleal "nos bastidores". Isso me entristece bastante, mas a grande maioria sabe que eu tentei ajudar quem precisou do meu apoio, tentei unir o grupo, procurei formar "um grande time" e procurei os dirigentes de todas as principais associações que atuam no mesmo segmento que o nosso. Seria muito mais fácil que todos trabalhassem focados num mesmo sentido, com as associações se apoiando; isso fortaleceria o grupo como um todo, principalmente porque nosso desafio é imenso, contra grupos e interesses poderosos. Perder energia com orgulho e vaidade pessoal só nos divide e nos enfraquece."

Você apóia outras iniciativas e instituições com o mesmo objetivo da ABRAPREV?
           "Logicamente que sim. Existem diversas iniciativas louváveis, mas a minha preocupação é trabalhar em conjunto com aquelas que se mostrem transparentes e comprometidas com as causas que defendem. Felizmente hoje temos o reconhecimento e o apoio de vinte e uma associações, sindicatos e organizações sem fins lucrativos justamente porque temos coerência naquilo que defendemos. Neste mês de julho formos parceiros da Confederação Brasileira de Aposentados - COBAP desenvolvendo duas palestras no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados. É aquilo que falo desde o princípio: devemos nos unir, deixar de lado vaidades pessoais e fortalecer o nosso grupo, mas também deixo claro que só unirei a ABRAPREV com entidades que ajam com lealdade, transparência e se preocupem com o seu trabalho e não com o trabalho dos outros".

Por que você foi escolhido para iniciar esse desafio e como se deu isso na prática?
          "Trabalhei no Banco do Brasil por 10 anos, passei em todos os concursos internos e, quando saí ocupava o nível S-2 (Superior 2); depois assumi funções de direção numa empresa de carga aérea em São Paulo, dirigi o Grupo Lamasb (exportador/importador, comércio varejista e indústria de malhas), tive experiência em duas associações (Associação Brasileira de Tecnologia, Radiodifusão e Telecomunicações - ABRATEL, entidade ligada à Rede Record de Televisão, e na Associação Nacional das Empresas de Rádio, Tecnologia e Telecomunicações - ANERTT). Nesse meio tempo recebi indicações pela coligação PT/PTB/PP para assumir a Presidência do Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO) e depois para Secretário-Adjunto do Ministério das Cidades (indicação do Presidente da Câmara dos Deputados), além de ter desenvolvido um trabalho de cálculos para a BR Distribuidora (Petrobras). Por fim, eu atuava como Diretor-Geral da JCA Advogados Associados, onde conheci a fundo os problemas e anseios dos pedevistas, organizei a empresa e a tornei profissional, diminuindo custos e multiplicando, algumas vezes, o seu faturamento. Somente em 2009, até o mês de setembro, quando ainda acumulava funções lá, foram pagos R$ 28 milhões em alvarás judiciais para parte dos 15.000 clientes da JCA. Foi um marco na história da empresa!

           Em meados de 2008 um grupo de pessoas decidiu pela criação de uma associação que representasse a classe dos pedevistas, demitidos e aposentados oriundos das estatais. Fui encarregado de escrever o Estatuto Social e o seu Regulamento e depois, na reunião de fundação, fui escolhido como Presidente, por ser a pessoa com maior experiência no setor, por entender "a causa" dos pedevistas e por conhecer bem os fundos de pensão (especialmente a PREVI). Além disso sou graduado em Direito, graduando em Gestão Financeira e cursei Administração de Empresas e Economia (incompletos); possuo cursos na área de economia e mercado de valores mobiliários e treinamentos na área de Tecnologia da Informação nos Estados Unidos, além de bom trânsito no meio político. Isso tudo me trouxe bagagem suficiente para assumir essa responsabilidade à frente da ABRAPREV.

           Por iniciativa minha, na nossa 4ª Assembléia Geral, realizada dia 06.11.2009, pedi a ratificação dos nomes da Diretoria Executiva para que os seus membros tivessem maior respaldo e representatividade. Fiquei feliz ao receber 100% de aprovação e, assim, me senti digno de me manter à frente da ABRAPREV."

Para aqueles que não te conhecem e te julgam mal qual o recado?
           "Ao contrário do que muitos pensam eu t
ive uma vida de luta, muito sofrida, passei por muitos problemas e fui julgado indevidamente muitas vezes, inclusive por parentes e "amigos". Fui prejudicado por pessoas ruins e até por aqueles que eu chamava de amigo. Isso me trouxe, no passado, frustração e tristeza imensa, me isolei por vezes, fiquei só, mas Deus me trouxe muita força, dei a volta por cima e conquistei meu espaço graças à minha coragem de encarar a tudo e à todos de frente. A Márcia, minha atual secretária, me conhece há muitos anos e sempre esteve ao meu lado, sabe quem sou, meu caráter, conhece minha vida. Perguntem à ela, desde já autorizo que ela fale o que sabe, não tenho o que esconder porque sempre fui justo, honesto e trabalhador.

           Aprendi algo com o Dr. Roberto Wagner, Diretor Nacional Corporativo da Rede Record de Televisão, meu antigo "chefe": "Aquele que te irrita te domina". Por isso também aprendi a ignorar comentários maldosos de gente que nada somam - eles não me atingem; somente dou ouvidos àqueles que são importantes na minha vida; agradeço especialmente à minha esposa Virgínia, servidora pública há 13 anos, que sempre esteve ao meu lado, me apoiando, me trazendo amor e carinho, mesmo quando me via angustiado; às minhas filhas Raquel e Fernanda, me trazendo apenas alegrias pelos sucessos em todas as suas empreitadas; à minha mãe, meus irmãos - especialmente ao Sérgio que faço questão aqui de fazer reverência pela amizade de sempre, sem interesses - e a alguns poucos amigos, muito especiais, que não citarei aqui para evitar o risco de deixar de fora quem merece estar dentro. Vocês fazem a diferença na minha vida e procuro fazer o mesmo na de vocês."

Qual é o seu relacionamento atual com a JCA Advogados e com o Dr. José Carlos de Almeida?
           "Eu não tenho mais nenhum vínculo nem função executiva na JCA Advogados Associados. Quem comanda o escritório é o Dr. Marco Aurélio Trindade Dias, advogado competente, formado na USP, e que está na JCA desde 26 de janeiro de 2009. Como tenho bom conhecimento das ações, das questões financeiras, administrativas, comerciais e estratégicas de lá sou uma espécie de "consultor informal", dou meus palpites e opiniões quando demandado, mas a decisão final é sempre do Dr. José Carlos de Almeida em conjunto com o seu Diretor. Meu vínculo e meu trabalho atual é exclusivo, em tempo integral, para a ABRAPREV e para o meu site pessoal, que administro desde 2001 - www.portalbrasil.net.

           O Dr. José Carlos de Almeida e eu mantemos uma grande amizade, temos um profundo respeito e admiração mútuos e trabalhamos juntos diversas outras questões não afetas ao escritório dele ou à ABRAPREV. A confiança dele no meu trabalho e em mim é tal que apenas eu sou autorizado por ele para cuidar de questões pessoais e peculiaridades da vida pessoal dele. Ao contrário do que algumas pessoas invejosas ou desleais afirmam possuímos relacionamento estreito de amizade e confiança e tocamos juntos diversos outros projetos. Isso pode ser confirmado com várias pessoas que trabalham na JCA, na ABRAPREV ou mesmo com o Dr. José Carlos."

Como foi a manutenção da ABRAPREV até hoje e como está a sua saúde financeira?
           "No início algumas instituições e associados acreditaram e bancaram o seu custo que, desde a fundação e até junho de 2010, chegou a um pouco mais de R$ 300 mil. As despesas foram com viagens minhas e de alguns membros (47 até hoje), salários, montagem da sede, aluguéis, telefones, despesas com terceirizados, contador, registros, luz, computadores e despesas administrativas (20 meses). Como essa situação deveria ser suprida, na nossa 5ª Assembléia, realizada dia 02.06.2010, votamos a foi decidido pelo início da cobrança da taxa de mensalidade (R$ 20,00). Além disso assinamos dois importantes contratos e chegamos a 4.000 associados diretos e indiretos e mais 1.600 em processo de adesão. Já estou efetuando o planejamento financeiro de forma já começar a devolver o dinheiro desembolsado pelos então mantenedores (nosso único passivo). O nosso único passivo é com eles e jamais pagamos uma conta em atraso. A saúde financeira da ABRAPREV é excelente e, inclusive pretendemos, em breve, adquirir sede própria. E isso é patrimônio de todos nós associados.

           No final de junho fiz a prestação de contas para o Ministério da Justiça, em razão da ABRAPREV ser qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - OSCIP, podendo, com isso, firmar contratos e convênios com empresas públicas sem a necessidade de participar de licitações (inclusive receber verbas públicas). Todas as nossas atas, documentos (inclusive contábeis e fiscais) estão devidamente registradas no Cartório competente. Essa é a nossa forma de atuação: com transparência, ética, lealdade e dignidade. Graças a Deus a nossa gestão tem sido iluminada e responsável: "se Deus é por nós, quem será contra?"

Como foi a descoberta da fraude no Decreto nº 81.240/78 e por que isso veio à tona só recentemente?
           "Após a descoberta da fraude, pelo Dr. Valério Faust, de Santa Catarina, este informou a respeito ao Dr. José Carlos de Almeida, advogado previdenciário, dono da JCA e um dos fundadores da ABRAPREV. O Dr. José Carlos comentou essa questão com pessoas próximas e alguns deles estudaram a fundo a questão chegando à conclusão da má-fé na publicação da retificação desse Decreto bem como dos fatos que levaram as estatais, especialmente o Banco do Brasil, a promover os PDV's onde tantos milhares de brasileiros foram prejudicados em favor do poderoso fundo de pensão PREVI.

           Apesar de muitos terem conhecimento da fraude ninguém tomou nenhuma atitude proativa no sentido de denunciar publicamente o ocorrido e também ninguém tomou providências jurídicas ou administrativas para que a retificação do Decreto nº 81.240/78 fosse anulada. Essa questão só foi resolvida com a criação da ABRAPREV. Consegui promover uma audiência pública na Câmara dos Deputados, em 09.06.2009, depois denunciar isso em jornais de grande circulação (Correio Braziliense, Jornal do Commercio, O Liberal, etc), em setembro/2009, peticionar à Casa Civil solicitando que a malfadada retificação fosse anulada de ofício pelo Presidente Lula (essa petição foi assinada por mim e pelo ilustre Ministro Francisco Rezek - ex-STF). Se não fosse pela ABRAPREV provavelmente essa questão estaria da mesma forma que antes. Esse é um mérito nosso e tenho grande alegria de ter dado essa importante contribuição à sociedade brasileira."

Quais os próximos passos para conseguir essa nulidade na retificação do Decreto nº 81.240/78?
           "Eu não posso dar detalhes técnicos porque outras associações, que trabalham à reboque, seguiram os nossos passos, se apoderaram de parte do nosso trabalho e acabaram por prejudicar toda a estratégia traçada. Esse assunto já poderia estar bem adiantado, sabe-se lá resolvido. De qualquer forma ainda não cabe Mandado de Segurança, como alguns pensam, nem acredito que uma ação na Justiça Federal obtenha êxito. O maior risco de uma ação mal feita, levada a cabo por advogados sem experiência e sem conhecimento profundo da matéria, é que ela pode criar uma jurisprudência contrária aos interesses de todos. É um grande risco, diria eu uma grande irresponsabilidade, mas depois eles poderão ser acionados judicialmente em caso de prejuízos causados à terceiros.

           Para que uma ação de nulidade na Justiça Federal obtenha êxito é necessária a juntada de documentos fundamentais ao deslinde da causa e que ainda não estão disponíveis. No momento trabalhamos administrativa e politicamente a questão. A pressa nesse momento não nos leva a lugar algum; foram tantos anos e agora a ânsia não nos pode levar a perder tudo o que já foi conquistado. O que devemos possuir são documentos sólidos que subsidiem as ações propriamente ditas.

           Estou agendado novamente com o Sub-Chefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República, Dr. Beto Vasconcelos, no início de agosto. Se não obtivermos sucesso nessa empreitada, impetraremos Mandado de Segurança obrigando o Executivo a uma resposta sobre o pedido de nulidade, protocolizado em janeiro desse ano, sob pena de não fazê-lo ser impetrado Mandado de Segurança contra ato ou omissão do Presidente da República. Com a resposta nas mãos, aí sim, estaremos documentados para promover as ações corretas. Após a nulidade dessa retificação impetraremos "Ação por Enriquecimento Sem Causa" em face da PREVI e "Ação de Danos Morais e Materiais" em face do Governo Federal, afinal os então participantes de fundos de pensão não precisariam ter pedido demissão do emprego para sacar parte das suas contribuições aos fundos. Esse é o caminho, o único caminho seguro, baseado em estudos sólidos que desenvolvemos."

Além da questão da fraude em que a ABRAPREV tem trabalhado em benefício dos seus associados?
           "Existem diversos benefícios e estudos em curso. Um sonho que tenho é montar um grande corpo técnico, composto de advogados, técnicos, peritos, economistas, contadores e calculistas para poder estudar a fundo os estatutos e os regulamentos de todos os fundos de pensão do país. Adquirir experiência e conhecimento técnico, preparar meus colaboradores, formar verdadeiros profissionais e criar a educação previdenciária são metas a longo prazo. Começamos agora com a contratação de dois advogados (um professor universitário e outro pedevista do Banco do Brasil, servidor público federal). Estou também contatando todos os nossos delegados para localizarem advogados e especialistas de forma a montar uma grande rede de atendimento em todo o país. Alguns contratos exigem esse atendimento em outras bases e é lógico que a preferência são para os nossos associados e colegas. Além disso temos a experiência e a competência do Ministro Francisco Rezek, advogado contratado pela ABRAPREV, para causas mais complexas discutidas nos Tribunais Superiores.

           Estamos na posse também de cópia integral dos processos de aprovação dos estatutos e regulamentos da PREVI, desde o primeiro, em 1967. Essa documentação - perto de 7.000 páginas - foram copiadas pela então Secretaria de Previdência Complementar, atual PREVIC, e fornecidas à ABRAPREV e à um associado que gentilmente nos cedeu (Sr. Júlio Barros). Essa vasta documentação também está sendo analisada a fundo. É um processo longo, minucioso, mas certamente nos trará novidades e informações que subsidiarão novas ações em favor de demitidos, ativos, aposentados e pedevistas.

           Para os aposentados temos muitos planos como a revisão das aposentadorias, participação intensa em eventos e apoio às associações, federações e confederações visando formar uma rede de atuação única e forte. Como exemplo de incentivo, em maio deste ano, patrocinamos a equipe de aposentados da AABB-DF num grande evento em São Luís (MA). E em benefício de todos, pedevistas, demitidos, ativos e aposentados, de todos os fundos e da previdência oficial, estamos firmando convênios os mais diversos. São descontos em passagens aéreas, pacotes, postos de gasolina, planos de saúde, seguro de vida, de bens móveis e imóveis, elaboração de projetos sociais, apoios em eventos e campanhas, etc. No início de Julho promovemos um importante debate, também com aposentados, no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados.

           Para que consigamos obter sucesso em tantas frentes precisamos do apoio, da união, da contribuição de cada um, afinal o benefício é para todos. E, para aqueles que duvidam do que falo ou que ainda têm dúvidas, convido a nos visitar, a conhecer o nosso trabalho, lealdade, transparência, ética e dedicação. Diariamente chego na ABRAPREV por volta de 06:30h e permaneço muitas vezes até as 20:00h-21:00h, não raras vezes até bem mais do que isso. São, em média, 15h por dia dedicados exclusivamente para a ABRAPREV.

           Peço desculpas por eventuais falhas, mas o que posso prometer é dedicação, proatividade e respeito à todos os nossos associados. Minha intenção é acertar o máximo possível, agora agradar à todos é impossível: nem Jesus Cristo conseguiu isso!!!"

Qual é o corpo técnico da ABRAPREV hoje?
           "Atualmente a ABRAPREV possui trabalhando em regime de dedicação integral: na Diretoria Executiva eu, o Dr. Fausto Peixoto, Advogado, e o Sr. Ancelmo Vaz, Engenheiro; a Sra. Márcia Santos é minha secretária particular; a Sra. Elciângela Martin é responsável pelo financeiro; Os Drs. Antonielle Julio e Wellington Silva, advogados; o Sr. Elias Rodrigues, nosso responsável pelo setor de atendimento e Delegado para a Região Centro-Oeste; as Srtas. Fabiany, Gessiana, Leandra e Rita dão o apoio à secretaria, efetuando atendimentos e preparando os diversos relatórios de controle necessários; a Srta. Angélica dá o suporte ao escritório; no Conselho Fiscal temos o Dr. Márcio Maciel, Advogado, e os Contadores Júlio Socha - servidor público federal - e Gilberto Pucci; além disso possuímos o apoio dos nossos atuantes delegados - Maurita (Goiânia), Pádua (João Pessoa), Elaine (Rio Grande do Sul), Lindalva (Fortaleza), Cícero (Alagoas), Antônio Souto (Pernambuco), Joel (Recife), José Wellington (Rio Grande do Norte), Maria Aniceta (Natal), Jorge Schneider (Região Norte), Vaubel (Amazonas), José Deodato (Roraima), Augustinho Dândalo (Região Sudeste), Anilde (Minas Gerais), Mário de Castro (Norte de Minas e Sul da Bahia) e Nilton Célio (Santa Catarina). Também contamos com o apoio de vinte e uma instituições e de escritórios badalados em Brasília, Rio de Janeiro e Minas Gerais e renomados advogados em Natal e São Paulo. Mantenho contato com amigos, jornalistas e advogados no exterior que nos dão suporte quando necessitamos (Sidney, Austrália; Nova Iorque, Estados Unidos; Viena, Áustria; Toronto, Canadá; Nagoya, Japão; Milão, Itália; Lisboa, Portugal e Cidade do Cabo, África do Sul).

Qual o balanço do 1º semestre de 2010 e os planos para o 2º semestre?
           "Conseguimos a nossa independência financeira ao firmar um importante contrato de prestação de serviços previdenciários. Além disso aumentamos em mais de 200% a nossa base de associados e protocolizamos o pedido de nulidade da retificação do Decreto nº 81.240/78 junto ao Presidente Lula, ofício esse assinado por mim e pelo Ministro Francisco Rezek. Foram conquistas realmente importantes. Além dessas questões pontuais atuamos em diversas outras frentes: a) Conquista do apoio formal do Vice-Presidente da República, na questão do pedido de nulidade; b) Diversas reuniões e apoios conquistados de importantes Sindicatos de atuação e relevância nacional; c) Participação em evento de aposentados em São Luís, levando parte da nossa equipe; d) Participação de evento junto à COBAP, na Câmara dos Deputados; e) Fechado convênio com agência de turismo onde os nossos associados terão relevantes descontos e benefícios (a ser divulgado); f) Recebimento de documentação da PREVIC; g) Protocolizadas dez ações civis públicas em benefício dos nossos associados - todas elas em andamento no TJDFT e Justiça Federal (expurgos da Caderneta de Poupança); h) Prestação de contas ao Ministério da Justiça efetuada com sucesso; i) Firmado um grande contrato com escritório renomado do Rio de Janeiro; j) Contratação de quatro novos colaboradores para melhoria na qualidade do atendimento; k) Início da cobrança de mensalidades e aprovação, na íntegra, das contas e dos pareceres referentes ao ano de 2009.

          Para o 2º semestre iremos trabalhar em algumas frentes como prioridade: a) Definir e resolver a questão da nulidade da retificação do Decreto nº 81.240/78; b) Firmar convênios e parcerias em benefício dos associados; c) Definir nossa rede nacional de advogados; d) Requerer, e cobrar, do Superior Tribunal de Justiça, o início do processo de revisão da Súmula 290, invalidada com a comprovada fraude no Decreto 81.240/78 que a lastreia; e) Procurar pressionar os escritórios que atuam em processos nos quais os nossos associados possuem ações (acompanhando, cobrando, agilizando e interferindo quando for o caso) de forma a conseguir aumentar o volume de alvarás liberados em seu favor e também suspender as cobranças da CARIM através de liminares e meios jurídicos que forem necessários; e f) Iniciar a devolução dos valores adiantados por nossos então mantenedores de forma a zerar o nosso passivo conforme aprovado na última Assembléia Geral realizada em julho pp.

           A médio e longo prazo estaremos trabalhando com uma empresa especializada no atendimento a clientes de forma a terceirizar esses serviços, melhorando a qualidade e agilidade nos atendimentos e procurando nos ater mais especificamente nas questões técnicas e políticas, que são os pilares que sustentam a criação da ABRAPREV."